| Património
cultural e edificado |
Igreja
matriz, capelas de Nosso Senhor dos Aflitos, de N. Sra. da Natividade, de
Santo Amaro, ponte romana, fonte, fornos públicos, calçada romana,
cruzeiros e alminhas |
Tinhela
Censos
Em termos populacionais o primeiro censo que se conhece é da autoria do
Padre Carvalho em 1706, dotava a freguesia de 153 fogos,
tendo atingido o auge em 1960, como quase todo o concelho, antes do
surto emigratório, registando os censos nesta data 854 habitantes.
Veja ainda:
Ponto de Água
de Tinhela
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Sita a norte na margem direita
do Rio Calvo, afluente do Rabaçal a cerca de 10 quilómetros da cidade de
Valpaços.
Pela leitura de um documento de séc. XII
se depreende que Tinhela terá tido um forte domínio de um Castelo de
«Monte Forte super Flavias» deste modo se explica porque Tinhela
pertenceu ao concelho de Monforte de Rio Livre até 31 de Dezembro de
1853, passando nessa data para o de Valpaços.
Tem como anexas duas extintas freguesias, a
de Agordela de onde provém a iguaria gastronómica apelidado de "cabritinho
mamão no espeto" e por Monte-de-Arcas, cujo topónimo
«Arcas» transmite uma origem bastante remota, pois terão a sua origem
na romanização pelas suas construções ou até significando marcos
divisórios. Todavia num linguagem mais erudita Arcas advirá de
«Antas», monumento megalítico, constituido por uma pedra horizontal
apoiando-se em duas pedras verticais.
Nota curiosa o facto relatado por Pino Leal
no seu dicionário de ainda hoje as gentes desta terra temerem ainda hoje
as trovoadas e saraivadas dado que segundo o autor terá havido aqui uma
queda de saraiva que destruiu as culturas. A pedra entretanto caída era
de um tamanho apelidado de ovos de pomba dado que nunca por ali se tinho
sido visto tal facto!
No património pode ver-se além da Igreja
Matriz, destaque para uma casa solarenga.
Foste-te Amor, desta terra
E nem me disseste adeus;
AS lágrias que por ti choro,
Sejam pelo amor de Deus.
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