Tinhela

 
  
Orago:

Nossa Senhora
 da Conceição

 

Anexas Agordela e Monte-de-Arcas
População 380 Habitantes
Actividades Económicas Agricultura, pecuária, pequeno comércio e construção civil
Festas e Romarias N. Sra. da Assunção (15 de Agosto) e 
Santo Amaro
(Agosto)
Património cultural e edificado Igreja matriz, capelas de Nosso Senhor dos Aflitos, de N. Sra. da Natividade, de Santo Amaro, ponte romana, fonte, fornos públicos, calçada romana, cruzeiros e alminhas
Locais de interesse turístico Moinhos de água do rio Calvo e miradouro natural
Gastronomia Cabritinho mamão no espeto e castanha

Artesanato

Tosquia de ovelhas

Colectividades

Assoc. Cultural e Desportiva de Sonim e Assoc. de Jovens de Sonim
Tinhela  


 

 
 
 Censos
 
  Em termos populacionais o primeiro censo que se conhece é da autoria do Padre Carvalho em 1706, dotava a freguesia de 153 fogos, tendo atingido o auge em 1960, como quase todo o concelho, antes do surto emigratório, registando os censos nesta data 854 habitantes.

 
 
  

 
 
 
 
 
  

 
Veja ainda: 
 
 

Ponto de Água de Tinhela 

Sita a norte na margem direita do Rio Calvo, afluente do Rabaçal a cerca de 10 quilómetros da cidade de Valpaços.

Pela leitura de um documento de séc. XII se depreende que Tinhela terá tido um forte domínio de um Castelo de «Monte Forte super Flavias» deste modo se explica  porque Tinhela pertenceu ao concelho de Monforte de Rio Livre até 31 de Dezembro de 1853, passando nessa data para o de Valpaços.

Tem como anexas duas extintas freguesias, a de Agordela de onde provém a iguaria gastronómica apelidado de "cabritinho mamão no espeto" e por Monte-de-Arcas,  cujo topónimo «Arcas» transmite uma origem bastante remota, pois terão a sua origem na romanização pelas suas construções ou até significando marcos divisórios. Todavia num linguagem mais erudita Arcas advirá de «Antas», monumento megalítico, constituido por uma pedra horizontal apoiando-se em duas pedras verticais.

Nota curiosa o facto relatado por Pino Leal no seu dicionário de ainda hoje as gentes desta terra temerem ainda hoje as trovoadas e saraivadas dado que segundo o autor terá havido aqui uma queda de saraiva que destruiu as culturas. A pedra entretanto caída era de um tamanho apelidado de ovos de pomba dado que nunca por ali se tinho sido visto tal facto!

No património pode ver-se além da Igreja Matriz, destaque para uma casa solarenga.

Foste-te Amor, desta terra
E nem me disseste adeus;
AS lágrias que por ti choro,
Sejam pelo amor de Deus.

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